Galera, como foi prometido chegou a hora de mandar vêr no blog com as dicas que todo mundo está precisando. Vou ajudar vocês democratizando a informática no intuito de deixar as pessoas cientes que informática não é complexa basta dedicação.
Um grande abraço a todos e sejam bem vindos.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Cumprindo as promessas !!
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weksley Alencar
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Programação uma história de sucesso !!
Linguagem de programação
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Uma linguagem de programação é um método padronizado para expressar instruções para um computador. É um conjunto de regras sintáticas e semânticas usadas para definir um programa de computador. Uma linguagem permite que um programador especifique precisamente sobre quais dados um computador vai atuar, como estes dados serão armazenados ou transmitidos e quais ações devem ser tomadas sob várias circunstâncias.
O conjunto de palavras (tokens), compostos de acordo com essas regras, constituem o código fonte de um software. Esse código fonte é depois traduzido para código de máquina, que é executado pelo processador.
Uma das principais metas das linguagens de programação é permitir que programadores tenham uma maior produtividade, permitindo expressar suas intenções mais facilmente do que quando comparado com a linguagem que um computador entende nativamente (código de máquina). Assim, linguagens de programação são projetadas para adotar uma sintaxe de nível mais alto, que pode ser mais facilmente entendida por programadores humanos. Linguagens de programação são ferramentas importantes para que programadores e engenheiros de software possam escrever programas mais organizados e com maior rapidez.
Linguagens de programação também tornam os programas menos dependentes de computadores ou ambientes computacionais específicos (propriedade chamada de portabilidade). Isto acontece porque programas escritos em linguagens de programação são traduzidos para o código de máquina do computador no qual será executado em vez de ser diretamente executado. Uma meta ambiciosa do Fortran, uma das primeiras linguagens de programação, era esta independência da máquina onde seria executada.
História
A primeira linguagem de programação para computadores foi provavelmente Plankalkül, criada por Konrad Zuse na Alemanha Nazista, mas que teve pouco ou nenhum impacto no futuro das linguagens de programação.
A primeira linguagem de programação de alto nível amplamente usada foi Fortran, criada em 1954.
Em 1957 foi criada [B-0], que daria origem a Flow-Matic (1958), antecessor imediato de COBOL, de 1959. Lisp e ALGOL foram criadas em 1958. Veja um mapa[1] da história das linguagens de programação].
Interpretação e compilação
Uma linguagem de programação pode ser convertida, ou traduzida, em código de máquina por compilação ou interpretação, que juntas podem ser chamadas de tradução.
Se o método utilizado traduz todo o texto do programa (também chamado de código), para só depois executar (ou rodar, como se diz no jargão da computação) o programa, então diz-se que o programa foi compilado e que o mecanismo utilizado para a tradução é um compilador (que por sua vez nada mais é do que um programa). A versão compilada do programa tipicamente é armazenada, de forma que o programa pode ser executado um número indefinido de vezes sem que seja necessária nova compilação, o que compensa o tempo gasto na compilação. Isso acontece com linguagens como Pascal e C.
Se o texto do programa é traduzido à medida em que vai sendo executado, como em Javascript, Python ou Perl, num processo de tradução de trechos seguidos de sua execução imediata, então diz-se que o programa foi interpretado e que o mecanismo utilizado para a tradução é um interpretador. Programas interpretados são geralmente mais lentos do que os compilados, mas são também geralmente mais flexíveis, já que podem interagir com o ambiente mais facilmente (freqüentemente linguagens interpretadas são chamadas também de script).
Embora haja essa distinção entre linguagens interpretadas e compiladas, as coisas nem sempre são tão simples. Há linguagens compiladas para um código de máquina de uma máquina virtual (sendo esta máquina virtual apenas mais um software, que emula a máquina virtual sendo executado em uma máquina real), como o Java e o Parrot. E também há outras formas de interpretar em que os códigos-fontes, ao invés de serem interpretados linha-a-linha, têm blocos "compilados" para a memória, de acordo com as necessidades, o que aumenta a performance dos programas quando os mesmos módulos são chamados várias vezes, técnica esta conhecida como JIT.
Como exemplo, podemos citar a linguagem Java. Nela, um compilador traduz o código java para o código intermediário (e portável) da JVM. As JVMs originais interpretavam esse código, de acordo com o código de máquina do computador hospedeiro, porém atualmente elas compilam, segundo a técnica JIT o código JVM para código hospedeiro.
A tradução é tipicamente feita em várias fases, sendo as mais comuns a Análise léxica, a Análise sintática ou Parsing, a Geração de código e a Otimização. Em compiladores também é comum a Geração de código intermediário.
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weksley Alencar
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terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Linguagem Orientada a Objeto
A orientação a objetos, também conhecida como Programação Orientada a Objetos (POO) ou ainda em inglês Object-Oriented Programming (OOP) é um paradigma de análise, projeto e programação de sistemas de software baseado na composição e interação entre diversas unidades de software chamadas de objetos.
Em alguns contextos, prefere-se usar modelagem orientada ao objeto, em vez de projeto.
A análise e projeto orientados a objetos têm como meta identificar o melhor conjunto de objetos para descrever um sistema de software. O funcionamento deste sistema se dá através do relacionamento e troca de mensagens entre estes objetos.
Na programação orientada a objetos, implementa-se um conjunto de classes que definem os objetos presentes no sistema de software. Cada classe determina o comportamento (definidos nos métodos) e estados possíveis (atributos) de seus objetos, assim como o relacionamento com outros objetos.
Smalltalk, Python, Ruby, C++, Object Pascal, Java e C# são exemplos de linguagens de programação orientadas a objetos.
Perl (a partir do 5), PHP (a partir do 4.0), ColdFusion, Javascript, ActionScript e VB.NET são exemplos de linguagens de programação com suporte a orientação a objetos.
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weksley Alencar
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quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Sistema de gerenciamento de banco de dados
- Sistema de gerenciamento de banco de dados
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (como no Brasil) ou Sistema Gestor de Base de Dados (SGBD) é o conjunto de programas de computador (softwares) responsáveis pelo gerenciamento de uma base de dados. O principal objetivo é retirar da aplicação cliente a responsabilidade de gerenciar o acesso, manipulação e organização dos dados. O SGBD disponibiliza uma interface para que os seus clientes possam incluir, alterar ou consultar dados. Em bancos de dados relacionais a interface é constituída pelas APIs ou drivers do SGBD, que executam comandos na linguagem SQL.
Descrição
Um sistema gerenciador de banco de dados é um sistema extremamente complexo, responsável pela persistência, organização e recuperação dos dados. As funções básicas que este sistema deve disponibilizar são:
um modelo que defina o esquema dos dados armazenados no sistema. Os quatro modelos mais conhecidos são:
hierárquico;
em rede;
relacional;
orientado a objetos;
existem também outros modelos, variando com o autor:
o modelo relacional estendido, é uma adição de características do modelo orientado a objetos ao relacional
o semi-estruturado é dedicado a documentos em formatos semi-estruturados, normalmente em XML;
estruturas de dados otimizadas, que possam manipular grandes quantidades de informação;
uma linguagem que possibilite a criação, atualização e consulta dos dados armazenados. Normalmente esta linguagem é dividida em duas partes:
Linguagem de definição de dados ou LDD (ou DDL, do inglês), com comandos como CREATE TABLE;
Linguagem de manipulação de dados, ou LMD (ou DML, do inglês), com comandos como UPDATE e SELECT;
Linguagem de controle de dados, ou LCD, com comandos para controle de acesso dos usuários do sistema, como GRANT e REVOKE em SQL.
um mecanismo transacional que garanta a consistência, entre as operações, dos dados armazenados.
Também é possível definir uma linguagem adicional para restrições, como a OCL.
As principais linguagens para manipular bancos de dados são:
SQL, em seus vários padrões, como SQL2 e SQL3;
OQL.
Exemplos de SGBDs
Firebird;
HS QLDB ;
IBM DB2;
mSQL;
MySQL;
Oracle;
PostgreSQL;
SQL-Server;
TinySQL;
JADE;
ZODB;
Sybase;
Microsoft Access.
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weksley Alencar
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NOSSA MARCA
O objetivo é trazer propostas inovadoras para sites que necessitem de atualização constante e que precisem de consultoria de tecnologia de informação.
